R

versificar:

“Um café preto bem forte, acrescenta um amor bem quente, ou o inverso faz favor.”

Giovanna Bandeira

versificar:

“O amor é pra quem tem coragem.”

Cronogramas

distanciava:

“Não preciso estar onde não encontro algum conforto, alguma paz. Não preciso manipular sentimentos para despertar no Outro culpa ou responsabilidades que são minhas. Eu posso me fazer feliz e compartilhar esta felicidade com um parceiro, mas não posso cobrar dele o meu bem-estar: isto não é troca, é codependência. Não preciso migalhar absolutamente nada desde que aprendi a me proporcionar verdadeiros banquetes.”

Marla de Queiroz.

murmurios:

Não se cobre tanto
e apesar dos pesares,
tente ser sempre uma boa companhia pra si mesmo 

a vida já é dura demais. 

suplicavel:

“Posso fazer um pedido? Nos finais de tardes bonitos, lembra de mim.”

Clarissa Corrêa.   

orquestrando:

“Não é o rosto, mas as expressões nele. Não é a voz, mas o que você diz. Não é a sua aparência neste corpo, mas as coisas que faz dentro dele. Você é bonita. Eu jamais conheci alguém como você.”

A Hospedeira.   

distanciava:

“Não preciso estar onde não encontro algum conforto, alguma paz. Não preciso manipular sentimentos para despertar no Outro culpa ou responsabilidades que são minhas. Eu posso me fazer feliz e compartilhar esta felicidade com um parceiro, mas não posso cobrar dele o meu bem-estar: isto não é troca, é codependência. Não preciso migalhar absolutamente nada desde que aprendi a me proporcionar verdadeiros banquetes.”

Marla de Queiroz.

desfezse:

“É que eu sou fraco, frágil e estúpido pra falar de amor.”

Jão. (via construindoversos)

versificar:

“Vou guardar os teus soluços mais delicados, teus olhos e teus casacos de fio. Vou guardar os teus sorrisos apaixonados, teu jeitinho de sozinho sorrir, mesmo quando só faz frio. Vou guardar os teus cabelos tão bagunçados à noitinha antes da gente ir dormir. Vou guardar tuas vitórias e os teus pecados. E as histórias que eu gostava de ouvir naquelas tardes de sol, nas manhãs de sol. E eu vou guardar tuas manias e os teus errados, teus trejeitos e as covinhas ao rir. Vou guardar os teus sossegos mais agitados, teu jeitinho de me fazer sorrir mesmo quando não faz sol, não faz sol. E quando eu não lembrar de mais nada, nem das rugas, nem dos anos, nem dos nomes e nem do frio, vou querer te contar como foi o meu dia e passear, te dizer o que eu quero pro jantar. Descansar desse dom de viver só pras lembranças por não ter mais nada pra guardar. Vou poder me sentar, enfim, e tomar esse café a dois, para nunca mais vivê-lo, só depois.”

Ana Larousse.